quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013



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CRISTIANE CARDOSO
  • Texto:
publicado em 10/02/2013 às 00h00.

Culpa de quem?

Um dia, quando o meu filho ainda tinha uns 6 aninhos, eu o perdi no supermercado. Enquanto eu ia de seção em seção, ele andava ao meu lado, não era do tipo de sair de perto de mim. Mas ao encontrar algo interessante, ficou para trás. No instante em que olhei e não o encontrei, entrei em pânico. Comecei a procurá-lo e nada do Filipe! Meus olhos se encheram de lágrimas e eu pedia a Deus que me ajudasse a encontrá-lo. Dez minutos depois, eu o encontrei sentado quietinho na porta do mercado, esperando por mim.

Eu penso que a maioria das mães se perde de seus filhos em algum momento, não porque sejam negligentes, mas porque essa é uma daquelas coisas que têm de acontecer com você. A questão é que a criança não a culpa por isso e você sabe que, na verdade, não é culpa de ninguém. Isso acontece. É uma pena que tantas pessoas tendam a culpar a Deus por cada infortúnio nas suas vidas ou no mundo. A menininha que sofreu abuso e foi morta, o papai que deixou a mamãe por uma mulher mais jovem, as centenas de pessoas que morrem numa tragédia... Por que isso é culpa de Deus?

Estas coisas acontecem não porque Deus as fez acontecer, mas devido às consequências. Consequências de um mau casamento, um motorista bêbado, um descuido, enfim. Onde está Deus em tudo isto? Ele tem esperado por você! Se não se voltar para Ele, não vier à igreja regularmente e não viver a Sua Palavra, não O culpe também.

Na fé.

VIVI FREITAS
  • Texto:
publicado em 10/02/2013 às 00h00.

Precisando de uma revolução

Quando ouvimos e vemos um homem de Deus ser usado pelo Espírito Santo, não ficamos admirados com a sua palavra? Assim aconteceu com o pai e a mãe do Senhor Jesus, porque Simeão era conduzido pelo Espírito Santo. Por isso, era ousado. Abençoou e profetizou acerca do Senhor Jesus: “Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado…” (Lucas 2.34)

Observe que Simeão não pronunciou apenas palavras positivas, que agradassem aos ouvintes. Ele era movido pela fé racional, por isso, referiu-se à “ruína” que acabaria com a religiosidade e a hipocrisia daqueles que se baseavam exclusivamente em “rituais”, mas que apresentavam uma vida enganosa. Quando o Senhor Jesus age na vida de cada um de nós, Ele arruína o pecado e o engano. Não apenas nos levanta da frustração, da pobreza, ou nos concede a cura, mas destrói a nossa natureza pecaminosa e mostra-nos, através da Sua Palavra, a Verdade que nos libertará. 

Existem muitas pessoas dentro das igrejas vivendo de aparência. E isso ocorre porque toleram o próprio pecado; aceitam as coisas inconvenientes e injustas, pois não se permitem sacrificar e, por isso, não aceitam que o Senhor Jesus faça um trabalho no seu interior.

Por vezes, até ouvem a Palavra de Deus, enchem-se de conhecimento, mas não vivem, na prática, estes ensinamentos.

VIVI FREITAS
  • Texto:
publicado em 10/02/2013 às 00h00.

Precisando de uma revolução

Quando ouvimos e vemos um homem de Deus ser usado pelo Espírito Santo, não ficamos admirados com a sua palavra? Assim aconteceu com o pai e a mãe do Senhor Jesus, porque Simeão era conduzido pelo Espírito Santo. Por isso, era ousado. Abençoou e profetizou acerca do Senhor Jesus: “Eis que este é posto para queda e elevação de muitos em Israel, e para sinal que é contraditado…” (Lucas 2.34)

Observe que Simeão não pronunciou apenas palavras positivas, que agradassem aos ouvintes. Ele era movido pela fé racional, por isso, referiu-se à “ruína” que acabaria com a religiosidade e a hipocrisia daqueles que se baseavam exclusivamente em “rituais”, mas que apresentavam uma vida enganosa. Quando o Senhor Jesus age na vida de cada um de nós, Ele arruína o pecado e o engano. Não apenas nos levanta da frustração, da pobreza, ou nos concede a cura, mas destrói a nossa natureza pecaminosa e mostra-nos, através da Sua Palavra, a Verdade que nos libertará. 

Existem muitas pessoas dentro das igrejas vivendo de aparência. E isso ocorre porque toleram o próprio pecado; aceitam as coisas inconvenientes e injustas, pois não se permitem sacrificar e, por isso, não aceitam que o Senhor Jesus faça um trabalho no seu interior.

Por vezes, até ouvem a Palavra de Deus, enchem-se de conhecimento, mas não vivem, na prática, estes ensinamentos.


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FOLHA MULHER
  • Texto:
publicado em 10/02/2013 às 00h00.

Não ao desperdício

Com criatividade, é possível customizar e economizar
Patricia Lages
redacao@folhauniversal.com.br

REFORMAR. Essa é uma maneira inteligente de aumentarmos o nosso patrimônio. E eu não exagero quando digo isso. Vejo muita gente querer um carro (para iniciar seu patrimônio), mas gastar o salário em roupas, mesmo estando com o guarda-roupas cheio.

Elas detestam as próprias roupas por diversos motivos, mas em vez de resolverem o seu guarda-roupas de uma maneira inteligente, saem e compram – de novo – tudo o que já têm. Se suas roupas não estão legais, com um pouco de empenho você pode reformá-las e voltar a usar, por exemplo, aquele vestido pelo qual pagou caro, mas que está encostado (em vez de comprar outro e encostá-lo também amanhã!).

Sou adepta da reforma! Faz um tempinho, comprei um vestido pela internet (é esse aí da foto, que parece uma blusa e uma saia). A parte de cima é linda, mas a parte de baixo (que parece saia) ficou muito apertada pro meu gosto. Usei uma vez, achando que ia lacear, mas não deu certo. Eu ia andando e o vestido ia subindo… Que chato!

Claro que eu não ia jogar o vestido fora, mas não sabia muito bem o que fazer e acabei deixando no cabide. Quando tive um tempinho, pensei: “Por que não reformá-lo? Não entendo lá muito de costura; aliás, não entendo nada. Mas coloquei o vestido no manequim e fiquei analisando uma forma de aproveitá-lo.


Então pedi para minha mãe cortar a tal saia apertada e fazer um acabamento para transformar em uma blusa. Deu certo! Virou uma blusa novinha que dá para usar com jeans, saia, bermuda ou calça social, bem versátil. Fiquei tão feliz com minha veia de “estilista”, que postei essas fotos aí ao lado!

Não desperdiçar aquilo que você já tem é uma forma inteligente de poupar seu dinheiro e aumentar seu patrimônio. Afinal, você vai poder investir seu orçamento em outra coisa e não ficar comprando aquilo que já tem.

Muita gente consegue comprar as coisas que deseja, mas logo depois da compra parece que o desejo “perdeu a graça”. Não entre nessa! Curta aquilo que você conquistou. Valorize o que é seu!

Se tem alguma coisa aí na sua casa que pode ser reformada, como uma roupa, um sapato, um sofá ou mesmo uma parede que poderia ganhar outra vida com uma demão de tinta ou um novo papel de parede, por que não investir nisso? Reforme, você vai gostar, tenho certeza.


 
Edição 1.088 - 10/02/2013 a 16/12/2013
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