quinta-feira, 27 de setembro de 2012


Comportamento

Ryan Hreljac, o garoto que saciou a sede de milhares de africanos

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Com seu trabalho, ele já ajudou a construir mais de 630 poços artesianos, levando água potável e serviços de saneamento básico à população do continente

Por Carlos Gutemberg / Fotos: Ryan's Well Foundation
carlos.gutemberg@arcauniversal.com

A história do canadense Ryan Hreljac, de 20 anos, mostra que não se deve subestimar o desejo de uma criança que, mesmo de forma inocente, sonha em mudar o mundo em que vive. Aos 6 anos de idade, ele passou a alimentar o sonho de levar água potável para crianças na África, e perseverou até conseguir alcançar esse objetivo – já saciou a sede de quase 1 bilhão de pessoas no continente mais pobre do mundo.
Tudo começou em uma das aulas de sua escola, quando uma professora falou sobre o drama da falta de água vivido por milhões de crianças africanas. Ela contou que muitas delas chegavam a morrer de sede, por não haver poços onde pudessem encontrar água.
Ao saber disso, Ryan ficou bastante comovido. Ele não entendia o porquê de tantas crianças passarem por essa situação, enquanto ele tinha água limpa quando quisesse, sem nenhum esforço, bastava abrir a torneira de sua casa.
Ainda na escola, o garoto perguntou para sua professora quanto em dinheiro ele precisaria para levar água para as crianças africanas. Ela lembrou que havia uma Organização Não Governamental (ONG) chamada WaterCan, que perfurava poços artesianos e que esse trabalho custava, em média, 70 dólares.
Alimentando um sonho
Chegando em casa, Ryan logo foi até a sua mãe, Susan, dizendo precisava daquela quantia para construir um poço de água e, assim, ajudar as crianças da África.
Num primeiro momento, ela não lhe deu o dinheiro, mas propôs que ele fizesse algumas tarefas domésticas, a fim de arrecadar esse valor. Durante 4 meses, o garoto realizou várias atividades, até conseguir o que queria. Sua mãe esperava que, com isso, ele se sentisse mais produtivo, participativo e ligado à causa.
Com o dinheiro em mãos, o garoto e a sua mãe foram até a WaterCan. Ao chegar à entidade, foram informados de que 70 dólares era o preço da bomba manual. Na verdade, cada poço perfurado custava cerca de 2 mil dólares, valor que nem ele nem a sua família dispunham naquele momento.
Ryan prometeu que, em breve, voltaria com o dinheiro. Sua determinação contagiou seus vizinhos, irmãos e amigos. Todos eles se propuseram a trabalhar, vender produtos e conseguir doações pela causa. Em pouco tempo, arrecadaram 700 dólares.
Vendo esse esforço, a WaterCan resolveu completar o que faltava e, em 1999, o poço tão almejado por Ryan foi construído na região de Uganda, beneficiando milhares de pessoas com água potável.
O garoto não se conteve com esse resultado. Depois disso, passou a se corresponder com crianças beneficiadas por sua ação e conheceu o pequeno Jimmy Akana. Antes da construção do poço, o menino andava 8 quilômetros para ter acesso a uma água imunda.
Conhecendo a realidade de perto
Emocionado com os fatos relatados por Jimmy em suas cartas, Ryan passou a querer ver de perto essa dura realidade do novo amigo e de outras inúmeras crianças africanas.
Em 2000, Ryan viajou com os pais para Uganda, até o vilarejo onde foi construído o poço com os recursos arrecadados por ele. Lá, ele se surpreendeu com os milhares de meninos e meninas que, enfileirados, o aplaudiam pelo seu feito.
Levado até o poço, os líderes locais pediram que ele lesse o que estava escrito no concreto: “Poço de Ryan. Financiado por Ryan Hreljac, para a comunidade de Angolo”, dizia a placa.
Sequestro e adoção
Em outubro de 2002, no meio da noite, Jimmy foi sequestrado por um grupo rebelde que tentava derrubar o governo local e que já tinha capturado mais de 20 mil crianças desde 1986, transformando-as em guerrilheiros.
O garoto conseguiu fugir do cativeiro, se escondendo no meio da floresta. Sozinho, ele foi até a casa de um amigo, que entrou em contato com a família de Ryan, que logo se dispôs a acolhê-lo.
Depois de enfrentar muitas barreiras, Jimmy (foto abaixo à direita) finalmente chegou ao Canadá e foi morar na casa de Ryan. Hoje em dia, ele é um membro permanente da família Hreljac. Concluiu o ensino médio e se adaptou bem à nova língua e ao pais.
Fundação e reconhecimento pelo trabalho
O irmão adotivo de Ryan também é o seu braço direito na Ryan’s Well Foundation (Fundação Poços do Ryan), criada em 2001. A entidade faz apresentações e oferece conhecimento ao mundo todo sobre questões da água.
Em seus mais de 10 anos de existência, a fundação já ajudou a construir cerca de 630 poços artesianos e 700 latrinas, levando água potável e serviços de saneamento básico para quase 1 bilhão de pessoas no continente africano.
Reconhecido pela Unicef como “Líder Global da Juventude”, Ryan hoje dá palestras em vários países, escolas e igrejas, falando de forma apaixonada sobre a necessidade de água limpa em todo o mundo.

Comportamento

A "partícula de Deus"

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A teoria Bóson de Higgs foi proposta inicialmente em 1964 e, desde então, seu criador não desistiu de prová-la

Por Débora Ferreira / Foto: Thinkstock
debora.ferreira@arcauniversal.com

Quantas vezes desistimos dos nossos sonhos e ideais por conta de más influências ou opiniões alheias que nos desmotivam, nos fazem sentir incapazes. Outra situação corriqueira é a falta de paciência, que normalmente nos tira do caminho desejado e faz com que deixemos tudo para trás. Porém, é preciso ser forte diante dos obstáculos, não podemos abandonar o que realmente almejamos e acreditamos ser o melhor. Quando cremos, tudo o que queremos, e que é o melhor, cedo ou tarde será nosso.
Após anos de espera, imprevistos, problemas técnicos e muito suor, recentemente, cientistas da Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (Cern) – maior laboratório de física de partículas do mundo, localizado em Genebra, na Suíça – anunciaram ter descoberto uma nova partícula subatômica que pode ser o tão procurado Bóson de Higgs, conhecido como a ”partícula de Deus” e considerado crucial para entender a formação do Universo.
Essa hipótese, que aguarda comprovação definitiva, havia sido proposta inicialmente em 1964, pelo físico escocês Peter Higgs, atualmente com 83 anos, que apontava o Bóson como uma das matérias-primas básicas da criação do Universo. E ele não desistiu de prová-la.
E você, ainda vai deixar de lado as coisas que mais deseja, não vai correr atrás do seu objetivo? Coloque-se na posição de Higgs . Qual seria a sua atitude, deixar as teorias para trás, ouinsistir e acreditar que um dia elas seriam comprovadas? Seja fiel às suas crenças e faça o que puder para conquistar o que tanto almeja. Não desista no primeiro obstáculo.

publicado em 23/09/2012 às 00h00.

Tesouro particular – Parte 2




O martírio imposto pela criatura amada não permitiu a Jesus ter aparência humana, haja vista que seu rosto estava desfigurado pelos chicotes (Isaías 53:2). Quando ouvimos falar de Jesus, a gente não tem ideia do que realmente Ele passou. A gente só chega a ter uma pequena visão do que Ele sofreu para resgatar você e a mim, quando lemos o texto sagrado. 

Aparentemente, Deus havia O abandonado. Isso acontece com todas as pessoas que são de Deus, que estão em Jesus. Elas sofrem injustiças, perseguições, abandonos, deslealdade, infidelidade, infâmias etc. Deus, na pessoa do Senhor Jesus Cristo, para resgatar você e a mim, teve de passar por tudo isso. Isaías relata essa visão dizendo: “Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer; e, como um de quem os homens escondem o rosto, era desprezado, e dele não fizemos caso. Certamente, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.” (Isaías 53:3,4)

Sacrifício, suor e lágrimas foram o preço do resgate da Igreja do Senhor Jesus Cristo. Ela foi comprada com o sangue do próprio Deus. Os tesouros de Deus, a glória e as riquezas Dele juntas não davam para pagar o preço para resgatar você e a mim. Nós, os nascidos do Espírito Santo, somos o tesouro particular de Deus e estamos numa condição extraordinária. Você, que foi resgatado pelo próprio Deus, tem uma importância sublime aos olhos do Altíssimo, pois é propriedade exclusiva Dele. É por essa razão que o diabo tem tentado arrancar pessoas da fé, trazendo probleminhas, picuinhas, para tentar removê-la da fé.

Deus abençoe a todos.

Comportamento

As línguas estranhas como sinal do batismo

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Pelos frutos nós sabemos se a árvore é boa ou má

Da Redação / Foto: Thinkstock
redacao@arcauniversal.com

Todos os que são batizados com o Espírito Santo falam línguas estranhas. Entretanto, nem todos os que falam línguas estranhas são batizados no Espírito Santo. É muito difícil para alguém que pensa ser batizado no Espírito Santo e fala em línguas estranhas aceitar esta verdade, mas os frutos da sua própria vida são testemunhos do engano em que vive.
Realmente, todos os que foram batizados no Espírito Santo tiveram a evidência do falar em outras línguas e, como consequência, não só manifestaram-se como verdadeiros instrumentos nas mãos de Deus, mas também deram testemunhos de que traziam dentro em si a própria ressurreição do Senhor Jesus, vivendo em novidade de vida.
Portanto, aqueles que falam em línguas estranhas e não produzem os frutos do próprio Espírito Santo, não somente estão enganando os outros, como a si mesmos. Pelos espíritos imundos que habitam neles e que também sabem falar em línguas estranhas, tentam imitar o Espírito de Deus.
Como alguém pode saber se as suas línguas estranhas são de Deus ou do diabo? Já dissemos que pelos frutos nós sabemos se a árvore é boa ou má. Se, após a evidência de línguas estranhas, a pessoa constata dentro de si mesma mudanças completas, tais como: os pensamentos em relação às pessoas são os melhores, não havendo mais maldades, ciúmes doentios, desconfianças excessivas; no linguajar, palavras de amor em vez de palavrões; no coração, desejo de estar em comunhão com os irmãos da fé e, sobretudo, com Deus, através de orações e jejuns, e sempre procura desviar os pés do caminho do mal; enfim, manifestar um caráter de verdadeiro cristão, independente daqueles que estão ao seu redor, estes são frutos do Espírito Santo.
Além de não sentir na própria carne os sintomas de outrora, tais como: insônia, medo, nervosismo, vontade de suicídio, tonteiras, desmaios e vícios, irá sentir-se em paz consigo mesma e, acima de tudo, com Deus, perdoando aqueles que um dia a ofenderam, somado ao grande desejo de salvar almas para o Reino de Deus.
Neste caso, está evidente que houve uma transformação radical no seu interior e, consequentemente, o batismo com o Espírito Santo é uma realidade. Se, no entanto, nada disso aconteceu, está claro que as línguas estranhas não provêm de Deus.
No livro de Atos dos Apóstolos, encontramos a evidência de línguas estranhas após o derramamento do Espírito Santo, como por exemplo no dia de Pentecostes (Atos 2.3,6), na casa de Cornélio:
“Pedro falava estas coisas quando caiu o Espírito Santo sobre todos os que ouviam a palavra. (...) pois os ouviam falando em línguas e engrandecendo a Deus.... Atos 10.44,46
E Paulo em Éfeso: “E, impondo-lhes Paulo as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e tanto falavam em línguas como profetizavam.” (Atos19.6).
(*) Texto retirado do livro "O Espírito Santo", do bispo Edir Macedo.

TF Teen dá exemplo de cidadania na Assembleia

Edir Lima, Folha Universal
Os pré-adolescentes do TF Teen da Igreja Universal do Reino de Deus, grupo com faixa etária entre 11 e 14 anos, deram recentemente exemplo de cidadania contra um mal que cresce na sociedade. Junto com as coordenadoras, eles participaram do VII Fórum da Infância e Juventude, iniciativa da Comissão Disque Criança da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), realizado no Plenário Barbosa Lima Sobrinho. O evento discutiu o bullying, prática comum nas escolas. Jucelia Freitas, coordenadora nacional da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI), ressaltou que o mais especial nesse debate foi a oportunidade que
alguns integrantes do grupo tiveram de discursar sobre o tema.
“Foi quando falamos sobre o trabalho que realizamos no TF Teen para cuidar não só dos  adolescentes que foram vítimas do bullying, mas também dos que praticaram, pois ambos são vítimas desse mal. Como a nossa base de ensino é a Bíblia, levamos em primeira mão a esses adolescentes um mandamento conhecido por todos:  “…amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Mt 19.19), dando  a eles um dos alicerces para se tornarem cidadãos justos e igualitários”, destacou Jucelia Freitas.
Rosemary Caetano, gerente do Programa de Atenção a Crianças e Adolescentes Vítimas de Maus-Tratos, da Fundação para Infância e Adolescência (FIA/RJ), elogiou a iniciativa da Alerj e a participação da EBI no evento. “Promover essa discussão envolvendo profissionais que atuam no sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente é essencial para pensarmos juntos estratégias que combatam a prática cruel do bullying. A presença de um
grupo expressivo de adolescentes e o trabalho de prevenção relevante que a EBI tem realizado mostraram o empenho para que o grupo por eles alcançado tenha uma adolescência saudável”, comentou.
O bullying acontece tanto na infância como na adolescência, mas adultos podem também ser vítimas dessa prática, que consiste em agressões físicas e verbais. “Quanto mais precocemente for contido esse problema de comportamento, melhor será a reabilitação em sociedade desse indivíduo”, analisa o psicólogo Alberto Dias.
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Comportamento

Elogios e críticas são importantes em um relacionamento

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Eles podem melhorar a relação

Por Tany Souza / Fonte da imagem: Thinkstock
tany.souza@arcauniversal.com

“Você não me elogia!” “Você me critica demais!” Esses são apenas alguns exemplos do que acontece na vida a dois. A mulher é sensível e quer cada vez mais receber elogios, em contrapartida, ela só consegue ver os defeitos dele e não mede a quantidade de críticas faladas.
Para a psicóloga Débora Cristina de Macedo Jorge, tanto o elogio como a crítica são muito importantes para o relacionamento, mas ambos de forma medida. “O elogio é uma forma de reconhecimento do que é ou do que tem, e o ser humano precisa disso. A crítica ajuda o outro a melhorar, se autoavaliar no que falou ou fez.”
Mas é claro que, com a crítica, o cuidado deve ser maior. “É melhor esperar o momento exato, em que a pessoa estará pronta a ouvir. No calor do assunto, provavelmente, a crítica vai soar como algo destrutivo.”
Porém, mesmo com toda a cautela necessária, ela continua pensando que ele elogia demais, e ele, que é muito criticado por ela. “Para encontrar um equilíbrio é preciso de muito diálogo, onde ambos sejam sinceros em dizer o que outro faz de mais ou de menos. Dessa forma se enxergarão de forma diferente”, ensina Débora.
É com o diálogo também que um conhecerá o tempo certo do outro de receber um elogio ou uma crítica. “Saberá qual a personalidade da pessoa amada, se gosta de elogios, como e quando prefere ser criticada. O fato é que um tem que entender o outro, procurando sempre melhorar.”
Os exageros
A psicóloga também alerta que quem precisa de muito elogio pode ser uma pessoa insegura. “Se ela é segura de si, pouco se importa com o que o outro pensa sobre ela. Mas se pede elogios demais, não é segura e não pode resolver esse seu problema contando com os galanteios de outra pessoa. Ela precisa procurar ajuda profissional.”
Por outro lado, há pessoas orgulhosas, que não aceitam críticas de nenhuma forma. “Nesse caso, para dar opinião é melhor esperar que ela pergunte, senão a conversa nunca irá cair bem e a relação pode ficar em desequilíbrio”, finaliza Débora.

Comportamento

Existe fidelidade na amizade entre mulheres?

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Esta é uma relação repleta de sentimento de competição

Por Tany Souza
tany.souza@arcauniversal

Quem nunca ouviu dizer que não existe amizade verdadeira entre duas mulheres? Pior: qual mulher nunca se decepcionou com uma pessoa que se dizia amiga? Infelizmente, isso acontece sempre porque as mulheres competem muito entre si.
Segundo a psicóloga Débora Cristina de Macedo Jorge, a amizade feminina é diferente em relação àquela entre os homens. “Eles são muito mais centrados e só falam o que é necessário. Muito difícil um homem abrir a vida para o outro. Mulher gosta de contar tudo e mais um pouco, mas não quer permitir que a outra se sobressaia, mesmo que isso seja involuntário.”
Foi o que aconteceu com a analista de Recursos Humanos, Valéria Esmério, ao pensar que tinha uma verdadeira amiga no trabalho. “Ela envenenava os meus superiores contra mim, pois queria ocupar a minha posição. Eu não percebia nada, já que depositei minha confiança nela. Tanto fez que acabei sendo dispensada e ela finalmente conseguiu o que queria. Eu não sabia o que ela havia feito.Tentei manter uma amizade ou algum contato, mas ela simplesmente não atendia minhas ligações ou respondia meus e-mails, foi então que soube o que ela havia feito. Nunca mais nos falamos.”
A psicóloga ensina que esta fidelidade real só existe quando há troca de verdade e lealdade. “Há um comprometimento de ser sempre leal e verdadeiro com o outro, pois o verdadeiro amigo fala aquilo que o outro precisa ouvir e não fica com meias verdades. O nível do vínculo com aquela pessoa se forma, ao ponto de ser como uma irmã de sangue.”
Formando a fidelidade
Para viver esta troca de verdade é preciso passar por várias histórias juntas. “Situações, dificuldades que passam juntas e o tempo da amizade provam o nível de comprometimento que uma tem pela outra. E, mesmo depois de algum constrangimento, a amizade verdadeira é capaz de perdurar, ainda que seja à distância”, aponta Débora.
Apesar da distância, Valéria conta que mantém uma amizade fiel e verdadeira. “Tenho uma amiga muito próxima, que mora em outra cidade, mas nosso laço já dura quase sete anos. Já vivemos tempos de crises e de discordância, mas o sentimento de amor e carinho prevaleceu e hoje o que ficou foi principalmente o respeito pela escolha de cada uma. Somos fiéis em sermos sempre sinceras uma com a outra, mesmo sabendo que os pensamentos são diferentes em determinados assuntos, mas não mentimos ou não permitimos que essas diferenças nos afastem, e temos o compromisso de lealdade, seja onde for e como for.”
“É muito importante ter um verdadeiro amigo, porque você precisa de alguém para te ouvir, para falar, desde que seja uma pessoa verdadeira, porque as pessoas estão muito mais egoístas, egogêntricas”, opina a psicóloga.
Valéria finaliza ressaltando que uma verdadeira amizade é baseada no respeito mútuo. “Amigas verdadeiras podem até discordar, mas sempre vão se respeitar, é daí que nasce então a fidelidade. O amor e o carinho devem existir para se ter o cuidado de não magoar. O respeito é para ser fiel mesmo não concordando com a postura da outra ou quando há circunstâncias propícias para a infidelidade.”

Comportamento

Como se preparar para o vestibular

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Dicas podem mudar o resultado do teste

Da Redação / Foto: Thinkstock
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Após um longo período de estudo, está na hora de enfrentar o temível vestibular – uma oportunidade para o aluno testar seus conhecimentos e traçar os rumos para o seu futuro. Com tamanha responsabilidade, não é à toa que ansiedade e nervosismo surgem às vésperas das provas.
Para enfrentar esse “problema”, é preciso se programar com um cronograma de estudos ao longo do ano em que se realizará o exame, principalmente. O certo é estudar um pouco por dia, pois o conteúdo dado em aula ainda está fresco na memória e ajuda o aluno a eliminar dúvidas nas futuras aulas, o que proporciona um aprendizado satisfatório e sólido.
Mas a postura diante do exame chega a ser tão importante e decisiva para ser aprovado quanto o próprio estudo em si. De acordo com orientador de matemática Benedito Silva, atitudes simples podem fazer a diferença na hora da prova. “Para ter uma boa noite de sono, procure praticar atividades. Qualidade de sono é importante e fundamental nesta época de estresse”, afirma.
Disciplina nos estudos é um ponto fundamental para absorver todo o conhecimento e compreender o que está sendo dito. Realizar exercícios diários é uma excelente maneira de praticar tudo o que foi aplicado em aula. “Com as tarefas, desenvolvi a capacidade de me organizar e obter resultados mais eficientes em todas as matérias”, diz o estudante Michel Faleiros Martins.
Lazer é fundamental
Segundo a psicóloga Any Bicego, há muitas atividades prazerosas que podem ser aproveitadas para melhorar o desempenho no vestibular. “Se isolar em casa não vai garantir uma cadeira na universidade. É importante procurar fazer o que gosta, como ouvir músicas ou ler outros tipos de livros. Isso ajuda a relaxar e tende a diminuir um pouco a tensão pré-vestibular”.
Uma boa dica é aproveitar passeios culturais para relaxar e associar na prática os conteúdos vistos na escola. Ir a museus, parques, cinemas e teatros pode ser uma boa alternativa para relaxar e ao mesmo tempo relembrar conceitos de história, biologia, além de conhecer outros assuntos que podem ajudar na hora da redação. Traçar metas diárias e manter a calma e a concentração são pontos fundamentais para o sucesso na prova. O excesso não faz bem. Saiba dosar suas responsabilidades com o lazer. A tranquilidade na prova ajuda e compensa todo o esforço realizado durante o ano.

Ciência explica por que os homens costumam dormir após o sexo

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Comportamento involuntário do público masculino não é entendido por boa parte das mulheres


Na intimidade dos casais, é muito comum que o marido pegue no sono logo após o fim da relação sexual. Tal comportamento, no entanto, pode não ser entendido pela esposa, levando-a a acreditar que isso é um sinal de que há algum problema no relacionamento entre os dois.
Uma recente pesquisa da University of Surrey, na Inglaterra – que envolveu a digitalização dos cérebros de homens durante e após o orgasmo –, traz uma explicação para esse tipo de situação.
O estudo constatou que, nos homens, o córtex cerebral – que desempenha um papel vital na consciência de atenção e sensibilização perceptual – se desliga quase que imediatamente após a ejaculação.
De acordo com o cientista Serge Stoleru, um dos pesquisadores envolvidos, nas mulheres isso não acontece. "Elas não parecem ter um período refratário tão forte e por isso se perguntam por que o parceiro pensa imediatamente em descansar, após o ato sexual."
Ainda segundo o levantamento, o cérebro masculino desliga quase todo o desejo sexual após o orgasmo. Dessa forma, o homem passa a ter o seu organismo inundado com substâncias químicas de indução ao sono, como a serotonina.
O diretor da universidade, Neil Stanley, explica que os seres humanos são os únicos animais em que o sono e o sexo estão ligados e, por isso, há razões científicas que explicam o cansaço que os homens sentem após o sexo.
O estudo também comprovou que o público masculino se sente mais relaxado após o ato sexual. Para 80% dos homens seria perfeitamente possível mudar o foco para outra situação depois do sexo, o que só aconteceria em 46% das mulheres.

COMPORTAMENTO

Muita proteção familiar pode criar pessoas acomodadas

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O modo como fomos criados está relacionado com a maneira como lidamos com a vida

Por Tany Souza / Foto: Thinkstock
tany.souza@arcauniversal.com

Ficar o dia inteiro no sofá, deixar de procurar emprego, depender financeiramente dos pais na vida adulta ou contar sempre com a ajuda dos filhos. A falta de atitudes ou de ânimo para fazer algo por si está ligada ao modo de criação.
Segundo a psicóloga Laís Novaes, é por isso que muitos têm dificuldades em tomar decisões. “O excesso de proteção pela família faz com que o indivíduo recue e acomode-se. A zona de conforto é muito melhor do que enfrentar o medo da vida.”
Além da proteção exagerada da família, há outros fatores que também colaboram para que o comodismo aconteça. “A falta de amor próprio e de confiança fazem com que o indivíduo fique com medo. Além disso, pedir opinião dos outros pode ajudar, porém, corremos o risco de ficarmos mais confusos”, salienta Laís.
Ela ressalta também que a atitude de “dar o peixe sem ensinar a pescar” é muito comum no contexto familiar. “Porém, apontar falhas nem sempre ajuda, pois pode ser uma codependência.”
Como ajudar um familiar a sair do comodismo?
A psicóloga enfatiza que não é sempre que as pessoas desejam ser ajudadas e, por isso, não é possível auxiliá-las de fato. “Primeiramente é preciso que o indivíduo queira ser auxiliado por alguém. Ele deve desejar a mudança, caso contrário, não há como ajudá-lo.”
Mas, se sinalizar que almeja ser amparado, isso deve ser levado em consideração e a atenção ser total. “Quando procura ajuda, seja profissional ou qualquer outra, sempre digo que é 80% de obtenção de sucesso em sua busca”, finaliza Laís.
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