quinta-feira, 27 de setembro de 2012


TF Teen dá exemplo de cidadania na Assembleia

Edir Lima, Folha Universal
Os pré-adolescentes do TF Teen da Igreja Universal do Reino de Deus, grupo com faixa etária entre 11 e 14 anos, deram recentemente exemplo de cidadania contra um mal que cresce na sociedade. Junto com as coordenadoras, eles participaram do VII Fórum da Infância e Juventude, iniciativa da Comissão Disque Criança da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), realizado no Plenário Barbosa Lima Sobrinho. O evento discutiu o bullying, prática comum nas escolas. Jucelia Freitas, coordenadora nacional da Educação Bíblica Infanto-juvenil (EBI), ressaltou que o mais especial nesse debate foi a oportunidade que
alguns integrantes do grupo tiveram de discursar sobre o tema.
“Foi quando falamos sobre o trabalho que realizamos no TF Teen para cuidar não só dos  adolescentes que foram vítimas do bullying, mas também dos que praticaram, pois ambos são vítimas desse mal. Como a nossa base de ensino é a Bíblia, levamos em primeira mão a esses adolescentes um mandamento conhecido por todos:  “…amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Mt 19.19), dando  a eles um dos alicerces para se tornarem cidadãos justos e igualitários”, destacou Jucelia Freitas.
Rosemary Caetano, gerente do Programa de Atenção a Crianças e Adolescentes Vítimas de Maus-Tratos, da Fundação para Infância e Adolescência (FIA/RJ), elogiou a iniciativa da Alerj e a participação da EBI no evento. “Promover essa discussão envolvendo profissionais que atuam no sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente é essencial para pensarmos juntos estratégias que combatam a prática cruel do bullying. A presença de um
grupo expressivo de adolescentes e o trabalho de prevenção relevante que a EBI tem realizado mostraram o empenho para que o grupo por eles alcançado tenha uma adolescência saudável”, comentou.
O bullying acontece tanto na infância como na adolescência, mas adultos podem também ser vítimas dessa prática, que consiste em agressões físicas e verbais. “Quanto mais precocemente for contido esse problema de comportamento, melhor será a reabilitação em sociedade desse indivíduo”, analisa o psicólogo Alberto Dias.
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