CAPA IURD
publicado em 08/04/2012 às 00h00.
Da redação
redacao@folhauniversal.com.br
Cerca
de 300 mil pessoas já passaram pelo projeto social esportivo da IURD.
Com base na mensalidade de uma academia de artes marciais, em torno de
R$ 50, o gasto giraria em torno de R$ 15 milhões em 8 anos, ou seja, uma
economia de R$ 1,9 milhão por ano para o Governo.
Há
12 anos, a Igreja Universal, que ajudou na construção da Fazenda Nova
Canaã, em Irecê, no interior da Bahia, mostra ao Brasil que com vontade e
iniciativa é possível combater a desnutrição, promover a educação de
qualidade e despertar potencialidades de meninos e meninas que, dia após
dia, acompanham a luta de seus familiares pela sobrevivência. Até hoje,
já foram investidos R$ 44 milhões, ou R$ 3,7 milhões por ano.
Fundada
há 4 anos, a AMC (Associação de Mulheres Cristãs) – formada por
mulheres de diferentes segmentos – tem como objetivo somar esforços e
aumentar ações solidárias. Quinzenalmente, prestam assistência às
diversas instituições, das quais destacam-se:
Somando os 2.020 alunos dos Cursos Profissionalizantes, a um custo de R$ 2.300,00 cada = R$ 4.646.000,00 (quatro milhões e seiscentos e quarenta e seis reais) de economia para o Estado.
A igreja que ajuda o Brasil
Ações sociais da Igreja Universal geraram uma economia de R$ 4 bilhões para o Governo nos últimos 10 anosredacao@folhauniversal.com.br
Os programas sociais da Igreja Universal,
envolvendo milhares de voluntários, em todos os Estados do País geram,
por ano, cerca de R$ 413 milhões de economia ao Governo, além de já ter
proporcionado dignidade, cidadania e recuperação da autoestima para
aproximadamente de 2,4 milhões de brasileiros. Ou seja, quase meio
bilhão de reais podem ser aplicados, por ano, pelo Governo em outros
setores como saúde, educação e saneamento. Nos últimos 10 anos, a
economia para o Governo foi de R$ 4,1 bilhões.
O Força Jovem (FJB), programa social
formado pela juventude da Igreja Universal do Reino de Deus e por
parceiros, por exemplo, em 8 anos de existência, atendeu e recuperou 700
mil dependentes de drogas lícitas e ilícitas. Levando em conta que o
Governo paga R$ 860 de auxílio-doença para cada dependente, o total
nesse período seria de R$ 582 milhões, ou seja, R$ 92 milhões por ano.
Em outro cálculo, do Instituto Bairral de Psiquiatria, em Itapira,
referência no Estado de São Paulo, o custo de cada paciente é de R$
1.142, totalizando R$ 794 milhões, ou cerca de R$ 100 milhões por ano.
Em 2011, o Governo gastou R$ 107 milhões
com o pagamento de auxílio-doença a dependentes químicos. O afastamento
pelo uso de drogas proibidas como crack, cocaína, anfetaminas e maconha
chega a ser oito vezes maior do que pelo consumo de álcool e cigarro. De
2009 para cá, a Previdência concedeu mais de 350 mil auxílios a pessoas
que precisaram se afastar do trabalho por uso de drogas.
Apesar do auxílio, há o risco de que o
usuário continue a usar a droga. O valor médio pago aos dependentes é de
R$ 860. No Brasil, segundo a Previdência Social, a cada três horas uma
pessoa é afastada do trabalho devido a dependência química. O benefício é
concedido aos funcionários impedidos de trabalhar por mais de 15 dias
consecutivos.
A Força Jovem Brasil já beneficiou cerca de
2 milhões de jovens em todo o País, através de projetos nas áreas de
cidadania, esporte, educação e cultura. Os programas mais relevantes são
o "Dose Mais Forte" e o "Jovem Nota 10".
"Não adianta tirar o jovem das drogas e não
dar a ele uma esperança de futuro, capacitando-o para ter uma
atividade, enfim, ser alguém na vida. Por isso, ao recuperarmos um
jovem, damos a ele a oportunidade de estudar, seguir uma carreira e se
tornar um profissional de sucesso", explica o pastor Jean Madeira,
responsável pelo trabalho evangelístico e social do Força Jovem Brasil.
O "Dose Mais Forte" é um projeto de combate
e prevenção às drogas, formado por uma equipe de voluntários em sua
maioria, ex-dependentes químicos, que alcançaram a libertação dos vícios
através do trabalho realizado pela FJB. Por meio de eventos e palestras
em escolas públicas e privadas, centros de reabilitação juvenil e
comunidades, os voluntários realizam uma forte campanha de
conscientização sobre o perigo das drogas. Além disso, existe também a
parte de orientação, apoio espiritual e encaminhamento às clínicas de
tratamento, além de auxílio às famílias de jovens viciados.
O "Jovem Nota 10" é formado por uma equipe
de professores e profissionais habilitados que de maneira voluntária
proporcionam aos jovens cursos de libras, pré-vestibular, rotinas
administrativas, secretariado, informática, artesanato, idiomas (inglês,
francês, mandarim e espanhol), turismo e hotelaria – estes últimos
preparando para a Copa e a Olimpíada, que acontecerão no Brasil,
respectivamente, em 2014 e 2016.
"O projeto tem parcerias com várias
faculdades, facilitando o acesso da juventude ao ensino superior.
Existem também as Embaixadas Força Jovem Brasil, instaladas dentro das
universidades. Trata-se de um local dentro das instituições que visa a
atender os alunos que ingressam no nível superior por meio das
parcerias. É também um lugar que divulga dentro da faculdade o papel do
FJB aos alunos que não conhecem o trabalho da IURD. Mais de 20 mil
jovens em todo o País já participaram gratuitamente do vestibular social
coletivo realizado pelo Força Jovem Brasil", observa o pastor Jean
Madeira.
Incentivo ao esporte e à educação
Já na área educacional, entre o curso
pré-vestibular social e o profissionalizante, a projeção é de 300 mil
beneficiários. Tendo como referência a mensalidade de um curso popular
de pré-vestibular, que fica em torno de R$ 30, o gasto estimado seria de
R$ 9 milhões, ou seja, uma economia para o Governo da ordem de R$ 1,1
milhão por ano.
Ressocialização de presos
Nos trabalhos evangelísticos e sociais
realizados pela IURD nas unidades prisionais por todo o País, há mais de
20 anos, estima-se que mais de 400 mil pessoas, dentre elas detentos e
seus respectivos familiares, tenham sido beneficiados. Segundo a
Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, 85% dos presos acabam voltando
para a cadeia. Considerando que 15% dos 100 mil presos evangelizados
pela IURD durante essas duas décadas se ressocializem e larguem a vida
do crime, calcula-se que mais de R$ 315 milhões sejam economizados com
os gastos durante pelo menos um ano num presídio estadual, cujo gasto
médio atual chega aos R$ 21 mil anual por preso.
Para a desembargadora de Justiça Maria das
Neves do Egito, atual vice-presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba,
a ressocialização de apenados é possível quando há incentivos. "Fico
muito feliz com os trabalhos realizados pela Igreja Universal, como
também a Secretaria de Administração Penitenciária com o Programa de
Ressocialização dos Apenados pelo Governo do Estado da Paraíba. Vejo o
trabalho da IURD como uma grande contribuição, principalmente através da
palavra de Deus, que transforma o homem", afirma.
Fazenda Canaã
Anualmente, o projeto atende 550 crianças, a
partir dos 3 anos de idade, que recebem educação, alimentação,
assistência médica, odontológica e oftalmológica, com o fornecimento de
exames, medicamentos e óculos, esporte e lazer. Além de a criança contar
com uma padaria e uma lavanderia que funcionam a pleno vapor, são
disponibilizadas ainda uma videoteca e uma biblioteca com diversos
filmes, livros e revistas, que ajudam a despertar o hábito e o prazer da
leitura nos alunos, além de ajudar no desenvolvimento escolar. O
projeto contempla intensa atividade agropecuária e hortifrutigranjeira,
com a produção de leite, ovos, legumes e verduras para uso na
alimentação dos alunos.
As crianças permanecem na Unidade
Educacional em período integral de segunda a sexta-feira, onde recebem
três refeições diárias (café da manhã, almoço e café da tarde). Quando
voltam para casa, cada uma delas leva 5 pães (feitos em padaria própria)
o que, na região, faz muita diferença para cada família.
A força feminina
- Lar do Menor de Carapicuíba (Grande São
Paulo) – O local abriga cerca de 22 crianças do sexo masculino, de 5 a
17 anos. Mensalmente a AMC ajuda nos pagamentos de despejas básicas, na
compra de materiais escolares, roupas, sapatos, entre outros. Há pelo
menos 3 anos ajuda com uma quantia em dinheiro para suprir as despesas
básicas, tais como pagamentos de contas de luz e água.
- Asilo ‘O Raiar do Sol’ (zona leste de São
Paulo) – O local presta assistência a 85 idosos. Nas visitas, as
voluntárias prestam serviços de depilação, cabeleireiro, manicure,
massagens e terapia ocupacional com música para autoestima, e ainda
oferecem um lanche servido sempre com produtos diet e light aos idosos.
- Asilo ‘O Pôr do Sol’ (São Paulo) – O
local presta assistência a 24 idosos. A AMC doa por mês 2.700 fraldas
geriátricas e 220 caixas de leite e gasta em torno de R$ 2.750,00 ao mês
com esses produtos, fora os lanches especiais e os serviços de manicure
e massagem quinzenalmente.
- Casa da Criança Betinho – Lar Espírita
para Excepcionais (São Paulo) – Entidade especializada na recuperação,
integração e socialização de crianças especiais (cerca de 90), em sua
maioria abandonados pela família. Mensalmente, a AMC doa 13.400 fraldas
geriátricas, medicamentos, 188 quilos de carnes, produtos de higiene e
lanches, o que totaliza mais de R$ 9,4 mil ao mês, além de atender
outras necessidades que surgem durante o mês.
Quando adulto aprende a ler
O Ler e Escrever
desenvolve a alfabetização de jovens e adultos desde setembro de 1996, e
hoje conta com mais de 3 mil alunos divididos nas quase 100 unidades de
ensino pelo Estado de São Paulo, sob a supervisão de Luiz Antonio
Dobroca, responsável pelo trabalho no Estado.
De 1997 até
2011, estima-se que mais de 11 mil alunos fizeram o Teste de Avaliação
que possibilita dar continuidade aos estudos no supletivo da 5ª à 8ª
série, dos quais muitos chegaram a ingressar em universidades.
Um aluno do Educação de Jovens e Adultos
(sistema de ensino da rede pública) custa ao Estado R$ 2,8 mil reais por
ano. Se contabilizarmos os mais de 11 mil alunos que já passaram pelas
salas do Ler e Escrever, equivaleria a uma economia de: 11.000 x R$
2.800 = $30.800.000,00, (trinta milhões e oitocentos mil reais),
pertinentes aos alunos que deram continuidade aos estudos.
Os alunos do dia a dia: 3mil por ano x 15
anos = 45.000 (quarenta e cinco mil alunos que passaram pelas classes de
aula neste período), a um custo de R$ 2.800 reais ao ano, = 126 milhões
de reais de economia.
Após 2004, a então Organização Ler e
Escrever, desenvolvida devido as parcerias com a Easycomp (metodologia
em Computação) e Federação das Escolas de Cabeleireiros do Estado de São
Paulo (Cursos da área de Estética), passou a oferecer cursos de
profissionalização aos alunos.
Mais de 1,2 mil alunos já foram
beneficiados em Informática, 400 na área de Cabeleireiro Feminino e
Cabeleireiro Masculino, 300 em Manicure e Pedicure, 120 em Massagens e
Estética Facial, onde o custo de cada aluno desde que se profissionaliza
para o mercado de trabalho fica em torno de R$ 2.300,00 por aluno no
período de seu estudo.
Somando os 2.020 alunos dos Cursos Profissionalizantes, a um custo de R$ 2.300,00 cada = R$ 4.646.000,00 (quatro milhões e seiscentos e quarenta e seis reais) de economia para o Estado.
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